AS COISAS QUE GUARDEI - COMO ALCANÇAR O ESSENCIALISMO ATRAVÉS DA ORGANIZAÇÃO
Ref: 13825
Marca: A CASA DA ESCRITA
Simulador de Frete
- Calcular frete
Descrição Geral
Avaliações
São lembranças do passado, memórias que me acompanham e nunca foram esquecidas.
Guardei roupas de outras fases, que não me serviam, mas me lembravam que um dia estive alí. Guardei cadernos de frases que nem lembrava que escrevi.
Guardei pedras, conchinhas e folhas de lugares que um dia fui com a esperança que estas lembranças me transportassem para lá novamen-te. Guardei discos, fotos e revistas.
Guardei as cartas de amor, os cartões de aniversário e as páginas arrancadas de alguma revista de moda. Guardei a primeira roupinha do filho, o trabalho escolar e o diploma do judô.
Mas também guardei alguns baús pesados de coisas inúteis que só me fizeram carregar pesos desnecessários. Papéis antigos, exames velhos e contas pagas que só ocuparam espaços e juntaram pó.
Guardei segredos, sonhos não realizados, abraços apertados. Guardei palavras não ditas, gestos de carinho e despedidas.
Guardei o toque da mão, o cheiro do perfume, o tom de voz de alguém que não está mais aqui, fragmentos de uma vida vivida in-tensamente. As coisas que guardei, são parte de quem eu sou, são lembranças que me moldaram.
Hoje sei que elas não precisam estar presentes, bastam que estejam dentro. Hoje caminho mais leve, carrego menos bagagem.
Ainda guardo coisas, mas hoje muitas delas ficam na memória e no coração, outras ainda me acompanham e talvez um dia alguém descarte dizendo, olha o que ela guardou.
Não importa, essa era eu, e essas eram as coisas que guardei.
Formas de Pagamento
Guardei roupas de outras fases, que não me serviam, mas me lembravam que um dia estive alí. Guardei cadernos de frases que nem lembrava que escrevi.
Guardei pedras, conchinhas e folhas de lugares que um dia fui com a esperança que estas lembranças me transportassem para lá novamen-te. Guardei discos, fotos e revistas.
Guardei as cartas de amor, os cartões de aniversário e as páginas arrancadas de alguma revista de moda. Guardei a primeira roupinha do filho, o trabalho escolar e o diploma do judô.
Mas também guardei alguns baús pesados de coisas inúteis que só me fizeram carregar pesos desnecessários. Papéis antigos, exames velhos e contas pagas que só ocuparam espaços e juntaram pó.
Guardei segredos, sonhos não realizados, abraços apertados. Guardei palavras não ditas, gestos de carinho e despedidas.
Guardei o toque da mão, o cheiro do perfume, o tom de voz de alguém que não está mais aqui, fragmentos de uma vida vivida in-tensamente. As coisas que guardei, são parte de quem eu sou, são lembranças que me moldaram.
Hoje sei que elas não precisam estar presentes, bastam que estejam dentro. Hoje caminho mais leve, carrego menos bagagem.
Ainda guardo coisas, mas hoje muitas delas ficam na memória e no coração, outras ainda me acompanham e talvez um dia alguém descarte dizendo, olha o que ela guardou.
Não importa, essa era eu, e essas eram as coisas que guardei.